A justificativa é a de prestar contas ao aliados remanescentes e aos futuros parceiros que Tarso acredita que possa amealhar até o próximo pleito. Segundo ele, as mudanças de nomes feitas no governo terão caráter definitivo, ao contrário da postura adotada na saída do PSB da aliança, em que Caleb de Oliveira, então do partido socialista, foi substituído por João Victor Domingues (PT). Um exemplo, citado pelo governador durante a entrevista, é o da Secretaria da Saúde, onde o titular é o pedetista Ciro Simoni (PDT). “Todas as modificações feitas daqui para a frente serão definitivas, pessoas da minha estrita confiança e responsabilidade. Vou consultar o partido e os aliados, mas serão escolhidas por mim”, declarou.
Tarso diz que a candidatura de Lasier Martins “resolve um problema” para seu partido. “Essa decisão em direção a uma candidatura própria, que obviamente gostaríamos que não tivesse ocorrido, nos resolve um problema. Seria muito difícil que nós o acolhêssemos em nossa chapa se o PDT tivesse reivindicado uma vaga ao Senado”, disse o governador, salientando que não há “a mínima identidade desse cidadão com aquilo que representamos no governo”.
Tarso ainda comentou a situação do vice-governador, Beto Grill (PSB). “Ele tem funções institucionais, políticas e de gestão no governo. As funções de gestão irão tomar outro rumo, o que é absolutamente natural.”