Questionado sobre o motivo de o partido se queixar com frequência do tratamento que lhe é dispensado, Temer resumiu: “Existem fatos individualizados e é evidente que isso faz parte do jogo político”. As declarações foram feitas durante a entrevista coletiva que Temer concedeu no escritório do deputado federal Eliseu Padilha, principal articulador da reedição da aliança PT-PMDB em solo gaúcho.
Diante da insistência dos jornalistas sobre a possibilidade de o PMDB do RS apoiar outro candidato à presidência, e não a Dilma, o vice respondeu: “O diretório gaúcho precisará tomar duas decisões, a de apoiar outro candidato e a de não me apoiar. É isso”.
Antes da coletiva, durante almoço com prefeitos e lideranças do PMDB gaúcho, se comprometeu a encaminhar as reivindicações de todos ao governo federal. Para as mais 400 pessoas, Temer garantiu que o PMDB nacional apoiará o candidato a governador do partido no Rio Grande do Sul, independente de quem seja.