“Não é questão ideológica ou partidária e sim para o futuro do país. Para garantir que aposentados de hoje e de amanhã possam receber pensão”, afirmou ele, que citou a Argentina como exemplo – sob fortes protestos, o país vizinho aprovou lei semelhante há poucos dias. “Tenho plena convicção que nossos parlamentares darão seu voto para que isso (Reforma da Previdência) aconteça aqui.”
“Não adotamos modelos populistas, nem escondemos a realidade”, disse. “Mais que um programa de governo, era a nossa obrigação recuperar a Petrobras e recolocar o BNDES a serviço do Brasil”, acrescentou ele, citando também o financiamento estudantil e a ampliação de programas sociais. “Em curto espaço de tempo, colocamos a economia em ordem.”
O presidente ainda citou a taxa de juros mais baixa da história – a Selic está em 7% ao ano – e as altas na bolsa quanto na safra agrícola. “Nos últimos meses, mais de um milhão de novos postos de trabalho foram criados. Sabemos que o desemprego ainda é grande, mas estes números demonstram que estamos no caminho certo”, disse.
Com aliados presos ou envolvidos com a Operação Lava Jato ao longo do ano, Temer não citou questões ligadas à política partidária ou combate à corrupção.
• Assista ao pronunciamento:
Que nesta noite de Natal, ao lado da sua família, você tenha toda certeza de que o Brasil que queremos e estamos construindo é o Brasil que abraça e cuida dos seus filhos. Vamos seguir em frente, sem jamais desistir. Meu muito obrigado. Um feliz Natal e boas festas a todos. pic.twitter.com/Lrn31L1vkv
— Michel Temer (@MichelTemer) 24 de dezembro de 2017