Se Temer não aceitar a missão, a tendência é procurar um nome mais técnico. No caso de Temer, sobressai mais a condição de vice-presidente da República do que de ex-presidente do PMDB. Além disso, ele não pode ser demitido porque foi eleito vice na chapa de Dilma.
Se Temer for mesmo efetivado na Defesa, o governo Dilma repetiria sete anos depois a solução adotada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva quando teve de demitir do ministério o embaixador José Viegas.