Segundo o coordenador da coligação, Gerson Almeida, o TRE tem agido com respeito e lisura no processo eleitoral, e o conflito teria sido atípico. "Foi um ato isolado e houve uma abordagem de representantes do TRE justificando um acordo para não promover campanha no Parque da Redenção. Porém, desconhecemos esta situação e o entendimento democrático é de que as promoções de candidatos são livres em espaços públicos", conclui Almeida.
Entretanto, a assessoria de imprensa do TRE confirmou a existência de um acordo entre os concorrentes à prefeitura da Capital. A medida é para evitar que cabos eleitorais avancem em praças e parques para não prejudicar o lazer da população. Militantes de outros candidatos também teriam sido barrados pela fiscalização.
Em uma reunião, ocorrida há dois meses, a 159ª Zona Eleitoral sorteou espaços no Brique da Redenção destinados à campanha e também datas de utilização da Esquina Democrática pelos partidos e coligações. A 159ª ZE é a responsável pela fiscalização deste tipo de propaganda em Porto Alegre.
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