A estratégia é ingressar com mais um recurso, dessa vez, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). "Se preciso, vou ao Supremo Tribunal Federal (STF). Só não vou procurar a Organização das Nações Unidas (ONU) porque não é instância jurisdicional", brincou.
A decisão ainda não foi comunicada ao vereador, que preferiu não acompanhar a sessão, já que permanece cumprindo expediente no Legislativo. O advogado de Trogildo não soube explicar se ele perde imediatamente o mandato ou se ainda pode permanecer até que a sentença transite em julgado.
A denúncia que motivou a cassação do petebista partiu do Ministério Público Eleitoral (MPE), que alegou ter havido compra de votos e abuso da máquina administrativa, com a realização de obras que não haviam sido priorizadas pelo Orçamento Participativo (OP), em regiões que foram reduto eleitoral do vereador. Antes de concorrer, Trogildo era secretário municipal de Obras e Viação.