Desta forma, as contas não precisam ser aprovadas, mesmo em campanhas que apresentaram irregularidades em seus números financeiros no passado. A maioria foi formada pelos ministros Gilson Dipp, Arnaldo Versiani, Henrique Neves e Dias Toffoli.
As ministras Nancy Andrighi e Cármen Lúcia Antunes Rocha, bem como o ministro Marco Aurélio Mello, mantiveram entendimento que tinham externado no dia 1º de março. Eles defendem que a reprovação das contas impede o candidato de obter a quitação eleitoral para formalizar candidatura.