Na liminar, Laurita lembra que Rosalba não era candidata na disputa eleitoral em 2012 e, portanto, não poderia ser declarada inelegível. A suspeita levada em conta pelo TRE é a participação da governadora na campanha de uma correligionária: a prefeita de Mossoró, Cláudia Regina (DEM).
Rosalba teria usado a máquina pública para beneficiar a aliada, que também foi cassada pelo TRE. Para Laurita, como Rosalba não se elegeu em 2012, o TRE não poderia cassar seu diploma. O caso ainda será analisado pelo colegiado do TSE.