A sessão já havia sido interrompida no meio da tarde por conta de uma confusão envolvendo os espaços vazios nas galerias. O Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa) solicitou a liberação da área destinada a apoiadores do projeto, que estava com poucas pessoas, mas a Guarda Municipal alegou questões de segurança para negar. O impasse gerou confusão.
Em seguida o presidente da Câmara, Cassio Trogildo, encaminhou uma votação para apreciar um possível adiamento. Por 20 votos a 11, requerimento foi rejeitado e a sessão foi retomada no começo da noite.
O projeto que eleva de 11% para 14% alíquota de contribuição dos servidores à Previdência Municipal é criticado pelo Simpa. Com a aprovação, a prefeitura espera aumentar em R$ 30 milhões arrecadação anual.