Romário foi símbolo do sucesso eleitoral. Ele ganhou a corrida pelo senado com goleada sobre o segundo colocado César Maia (DEM). O Baixinho, que atualmente é deputado federal e tem sido combativo contra a CBF, teve 63% dos votos válidos: mais de 4,6 milhões de eleitores.
Parceiro de Bebeto no tetra do Brasil em 1994, Bebeto terá mais quatro anos na Assembleia Legislativa como deputado estadual do Rio.
Já Danrlei se reelegeu deputado federal sendo vice-campeão de votos dos gaúchos: 158 mil eleitores. Ele chegou a aparecer no topo em alguns momentos da apuração, mas só foi batido por Luiz Carlos Heize (PP). Seu ex-companheiro de Grêmio Jardel conseguiu uma vaga na Assembleia Legislativa. Outra figura do esporte que se deu bem no Rio Grande do Sul foi o ex-judoca João Derly (PCdoB), que ganhou cerca de 106 mil votos e um mandato em Brasília.
Em São Paulo, o ex-presidente do Corinthians também esteve entre os mais votados para deputado federal. Andrés Sanchez se elegeu. Por outro lado, houve quem não tivesse tanto sucesso. A votação de Dinamite, por exemplo, foi fraca no Rio: pouco mais de 9 mil votos.
Marcelinho Carioca (PT), Ademir da Guia (PRP), Jamelli (PCdoB) e Marco Aurélio Cunha (PSD) também tentaram ser deputados estaduais por São Paulo, mas não foram eleitos.
No Distrito Federal, a ex-jogadora de vôlei Leila tentou ser deputada distrital, mas, com cerca de 11 mil votos, entrou na lista das frustrações eleitorais. Em Minas, o presidente do Cruzeiro, Gilvan Tavares, o ex-atacante Reinaldo, o ex-goleiro Raul Plassmann e o ex-atacante Marques não se elegeram deputados.