De acordo com o promotor do patrimônio público Nilson Rodrigues, as investigações estão na fase inicial. A cobrança, segundo Rodrigues, foi apelidada de "caixinha" e a contribuição mínima era de R$ 300 mensais em troca de cargo na Prefeitura de Porto Alegre. Ele não quis citar outros nomes envolvidos no esquema, mas afirmou que nos próximos dias serão feitas novas revelações sobre o caso.
O vereador não foi localizado pela reportagem para falar sobre o assunto. A assessoria de Mario Manfro afirmou que aguarda a chegada do advogado para se manifestar sobre o caso.
?? ATENÇÃO! MP e BOE colhem documentos agora no gabinete do vereador Mario Manfro (PTB) @RdGuaibaOficial pic.twitter.com/04qiwCtGwf — Vitória Famer (@vitoriafamer) September 15, 2016