Durante o discurso, o conselheiro enfatizou a passagem pelo PDT e salientou que, mesmo enfrentando um desafio novo, foi com pesar que deixou a legenda. O deputado Raul Pont, do PT, autor de uma resolução que estabelece rodízio entre as quatro maiores bancadas do Parlamento no TCE, também compareceu à solenidade.
Pont projetou que, em três semanas, a matéria seja aprovada em plenário. Segundo ele, não há conflito que ponha em risco uma eventual posse do secretário-geral de governo, Estilac Xavier, indicado pela bancada petista, nesse período. Adroaldo Loureiro assumiu no lugar do ex-presidente do TCE, João Osório, que se aposentou em junho.
No total, o TCE conta com sete conselheiros: um indicado pelo governador, quatro pelo parlamento, e duas indicações técnicas – do Ministério Público e do próprio tribunal. A função só pode ser exercida durante cinco anos. Três dos sete atuais conselheiros – João Osório, Victor Facccioni e Hélio Mileski – se aposentaram e deixaram a Corte, nos últimos meses. Além das indicações da AL e do Executivo, uma terceira vaga vai ser definida ainda neste ano pelo TCE.
Indicado pelo governador Tarso Genro, o deputado estadual Adroaldo Loureiro (PDT) deixou o Parlamento abrindo vaga para Marlon Santos, que era o suplente do partido e relatou a matéria na CCJ, dando parecer favorável a ela. Com Loureiro no TCE, o PDT, que era o próximo partido a ter direito a indicar um conselheiro, cedeu a vez para o PT, que já se definiu pelo nome do secretário-geral de governo, Estilac Xavier.