A prefeitura defende que o instituto serviria para gerenciar e ampliar as equipes da Estratégia de Saúde da Família. Os profissionais seriam contratados por concurso público e, pelo Imesf, poderiam ser substituídos temporariamente em caso de licenças. A fundação ficaria ligada à prefeitura.
O texto, no entanto, é rejeitado pelo Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), que critica o fato de o Imesf ser uma fundação pública de direito privado que contrata profissionais através do regime CLT.