O presidente da Cotrijal, Nei Mânica, disse que o anúncio não era o mais aguardado, mas ressaltou que a informação trazida pela ministra da Agricultura, Kátia Abreu, trouxe novo ânimo à feira. Ele acredita que o anúncio irá acelerar a busca por financiamentos nas taxas atuais. “Quem quiser comprar a 4,5% tem que fazer negócio agora.” Mânica destacou que, caso os recursos não sejam suficientes, ainda haverá R$ 1,4 bilhão com taxa de juros maior. “Não pode é faltar dinheiro”, disse.
“Foi uma surpresa positiva”, ressaltou o presidente do Simers, Cláudio Bier, otimista com o desdobramento do anúncio nas vendas da Expodireto. “Se realmente isso acontecer, a feira vai ter um curso bom de vendas.” A ressalva fica por conta do resultado da Coopavel Show Rural, que ocorreu em Cascavel (PR). Segundo ele, apesar do bom volume de negócios, poucos foram efetivados pelo contingenciamento dos recursos do Moderfrota. Para Bier, se os negócios da Expodireto “empatarem” com o ano passado, já será um resultado excepcional.
O presidente da Farsul, Carlos Sperotto, disse que aguardará o anúncio oficial para comentar sobre os juros, já que a entidade trabalha para apresentar sugestões ao Plano Safra. Sperotto, no entanto, disse estar otimista com a disseminação de tecnologia na feira, que tem muito a ver com o aumento de produtividade no campo.
Entidades esperam bons resultados na Expodireto
Presidente da Cotrijal espera que anúncio da ministra acelere financiamentos