Depois de ter registrado, em 2015, o maior faturamento em três participações na Expodireto-Cotrijal, a Extraplast volta a Não-Me-Toque neste ano otimista em relação às vendas. A certeza de bons negócios não é abalada nem mesmo diante do momento de recessão econômica do país.
Para o diretor comercial Rodrigo Gerling, a empresa, que vendeu 1,5 mil bobinas de filme técnico para silagem no ano passado (o volume equivale a 40 toneladas do material), o agricultor olha para a crise com indiferença, sobretudo quando se depara com um produto que dá retorno financeiro. “A expectativa mínima é de repetição do desempenho anterior”, disse, antes de destacar que o produto, já disseminado na Europa pelos benefícios, proporciona a conservação de nutrientes e reduz perdas de proteínas e energia. “O filme aumenta em 20% a produção de leite e também acelera a engorda na pecuária de corte”, afirma o executivo. O argumento é de que a embalagem deixa a silagem mais macia e molhada, o que agrada ao paladar do animal e reduz o desperdício.
A Extraplast, conforme Gerling, foi a primeira a trazer a tecnologia para o Brasil, há seis anos. O filme técnico é produzido com polietileno e resinas da Braskem. Os filmes de 250, 500 e 750 milímetros custam, em média, R$ 15,00 o quilo.
Filmes da Extraplast protegem a silagem
Empresas fabricantes de equipamentos para a agropecuária estão otimistas com demanda por produtos