Desde 2004, quando foi criada, a feira cresce entre 30% e 35% ao ano, independentemente do que acontece com a Expointer. Com a expansão, o coordenador do Programa da Agroindústria Familiar da Secretaria da Agricultura, Paulo Fabres, também coordenador do pavilhão, fala em “explosão de vendas”. Fabres calcula faturamento de até R$ 1,4 milhão. No ano passado, a despeito do baque sobre o público visitante, causado pelo temor com a Gripe H1N1, os produtores familiares venderam R$ 1,03 milhão nos nove dias de mostra. Ligados à Fetag, Fetraf-Sul, Coceargs e Guayi, eles ofertarão mais de 300 produtos como geleias, doces, queijos, pães, erva-mate, embutidos e derivados da cana-de-açúcar e uva.
O assessor de Política Agrícola e Agroindústria da Fetag, Jocimar Rabaioli, diz que a reorganização no pavilhão resolve parcialmente o problema. Mas pondera que é preciso aumentar o pavilhão ou construir outra estrutura, bem como um alojamentos para as famílias que hoje ficam hospedadas na Capital. O assessor acrescenta que a nova configuração pode dificultar a circulação por todos os corredores já que o fluxo não será mais em labirinto. Além dos estandes, funcionam no pavilhão as cozinhas e o espaço da educação rural onde membros de escolas do Interior demonstram experiências com objetivo de manter o jovem no campo.