Apesar da renda agrícola da última safra não ter acompanhado o volume produzido, o executivo identifica dois fatores de alavancagem das vendas: as condições favoráveis das linhas de crédito e a perspectiva positiva para a próxima safra. Segundo ele, o banco não teme inadimplência, que está no patamar de 2$ na carteira geral de crédito agrícola e abaixo deste índice nas operações de custeio da última safra.
A expectativa de Vaz é que os negócios superem a Expointer do ano passado, que registrou R$ 110 milhões em operações efetivadas. "O ambiente é bom. O produtor quer investir", afirma. Ele destaca também a boa receptividade da modalidade de compra coletiva prevista no Pronaf, mas alerta os interessados: "Todos respondem por 100% da dívida".