A média dos machos ficou em R$ 18.812,50 e a das fêmeas em R$ 33.742,86.
O exemplar mais valorizado da noite foi a fêmea picaça bragada Tapera de Santa Angélica, negociada por R$ 110 mil para a Agropecuária Estrela do Sul, de Maringá, no Paraná, de Ricardo Zweker e Jaqueline Góes. A propriedade foi a maior compradora da noite – adquiriu três exemplares a R$ 310 mil.
O leiloeiro Marcelo Silva considerou o remate excepcional, com resultado acima do esperado. Ele creditou o êxito ao fato de que metade dos machos finalistas do Freio de Ouro contam com a genética da Santa Angélica e afirmou que as fêmeas foram o destaque da noite. “Historicamente, os animais da propriedade são grandes mães, principalmente de animais campeões no Freio”, justificou.
Maneca Costa, proprietário da Santa Angélica, destacou que o objetivo da propriedade sempre foi aliar morfologia e funcionalidade em seus exemplares. “A responsabilidade aumenta cada vez mais, apresentamos animais todos novos e não podemos mais errar”, salientou. Ele acredita que o aumento nos negócios seja resultado do reconhecimento deste trabalho.
Entre os compradores da noite estava o paraguaio Javier Quevedo, que arrematou para sua propriedade o macho Taco a Taco de Santa Angélica. ”No Paraguai, somos mais novos na criação de cavalos Crioulos e é bom incorporar sangue de animais de criadores destacados, sobretudo do Brasil”, justifica o comprador que elogiou, entusiasmado, a morfologia dos animais.