Tecnologias emergentes para o agronegócio são debatidas na Expointer

Tecnologias emergentes para o agronegócio são debatidas na Expointer

Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (SICT) promoveu painel para discutir planos tecnológicos em desenvolvimento no país

Vítor Figueiró

Evento foi transmitido na página do Facebook da SICT

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A tecnologia e o futuro do agronegócio estiveram em debate no painel "Tecnologias emergentes para o Agro: Projetos em desenvolvimento no RS com apoio do Governo do Estado" transmitido na manhã desta sexta-feira durante a 44ª Expointer. "Estamos passando por um novo processo, que envolve tecnologia, inteligência artificial, Big Data. Todas essas ferramentas são importantes diantes de novos desafios que o agro possa apresentar. Atualmente, ele já representa 26,6% do PIB nacional", pontuou, o diretor de Gestão da Inovação, André Morais França. "É importante que existam espaços comuns para esse debate. Para melhorar a produtividade da lavoura de soja, do suíno. Esses temas são coisas reais e presentes", acrescentou. 

No ano passado, o departamento investiu 5,6 milhões de reais no edital do TechFuturo, que busca empresas com soluções tecnológicas para a economia gaúcha. Participaram do painel online, na manhã desta sexta-feira, quatro empresários contemplados no último edital: Ismael Scheeren e João Franceschette, da Accore Systems, Giovani Molin, da Roboagro e Adriana Ambrosini, da Agrega Pesquisa. De acordo com os profissionais, esses projetos são essencias para o desenvolvimento do setor. 

"Inovação é conectividade. Várias áreas precisam conversar. A universidade acaba sendo como um elo centralizador, com diversas frentes e consegue reunir e promover esse debate de ideias. Acredito que podemos fazer um Vale do Agro no RS, com mudanças de fato. Pensando em um Agro 4.0. E isso vem acontecendo. Não temos como não acreditar nesse cenário aqui no nosso Estado", projetou Giovani Molin, da Roboagro, sobre as perspectivas das tecnologias emergentes no Estado. "Temos condições de colocar o RS na vanguarda de algumas tecnologias", completou Adriana, da Agrega. 

Na avaliação do diretor da Accore, Ismael Scheeren, o ambiente de tecnologia no agronegócio e de estudos sobre esse tema permitirão grandes avanços ao RS. "Sempre fomos exportadores de profissionais para outros estados. Na medida que criarmos esse ambiente aqui, as pessoas ficaram por aqui ou até voltando eventualmente. Assim, conseguiremos nos diferenciar", disse. No encerramento do debate, a SICT reforçou o convite para projetos inovadores que desejem buscar o edital TechFuturo, que será lançado nos próximos dias. 

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