Texas participa pela primeira vez no pavilhão Internacional

Texas participa pela primeira vez no pavilhão Internacional

Alemanha, Equador e Peru também marcam presença na feira

Taís Teixeira

Max Paul, Presidente da Câmara Texana de Comércio no Brasil

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O Texas, um dos estados ao Sul dos Estados Unidos, está pela primeira vez no pavilhão internacional da 44ª Expointer, no Parque de Exposições Assis Brasil , em Esteio. O país norte-americano se une à Alemanha, Equador e Peru nesta edição da feira, que ocorre de 4 a 12 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Juntos, eles vão ocupar um espaço de 250 metros quadrados do pavilhão, que fica localizado na quadra 24, setor C do Parque. Entidades como a Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Prefeitura de Gravataí, Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), entre outros.

O presidente da Câmara Texana de Comércio no Brasil, Max Paul, disse que já esteve em outras feiras no Brasil, como a Agrishow, e acrescentou que não há uma razão específica que explique porque não participaram das edições anteriores da feira."Temos interesse no Rio Grande do Sul, tanto que há um escritório em Gramado, desde 2016,  para ampliar as relações", salienta. O dirigente afirma que a força  do agronegócio gaúcho é estratégico para o Texas. " O RS é o segundo estado que mais comercializa com os Estados Unidos, atrás de São Paulo, com ênfase no setor de produtos manufaturados", ressalta. Paul destaca, ainda, que o Texas produz ureia para para atender a demanda interna e que o item pode vir a ser negociado com o RS. Paul também conversou com a  secretária da Seapdr,  Silvana Covatti, para organizar uma visita do governo estadual ao capitólio ( local que funciona como centro do legislativo), em Austin, no Texas.

O estande da Alemanha trouxe para apresentar na feira uma empresa de energia fotovoltaica para usinas, sendo que já atuam em Dom Pedrito, Bagé e Estrela. O presidente da Phama Energias Renováveis, Paulo Hauth, disse que no Brasil já tem mais de 50 projetos e 10 megawatts (MW) . Entre as vantagens, cita a produção de hidrogênio verde por eletrólise. Outro aspecto é a produção de amônia a partir do hidrogênio, sem emitir  gases do  efeito estufa.


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