Saúde

Audiência pública defende continuidade dos serviços de saúde mental do hospital São Pedro, em Porto Alegre

Encontro promovido pela Frente Parlamentar em Defesa do Hospital Psiquiátrico São Pedro contou com a participação de servidores que atuam no local

Reunião com servidores, Simers e Sintergs foi promovida pela Frente Paralamentar em Defesa do Hospital Psiquiatrico São Pedro
Reunião com servidores, Simers e Sintergs foi promovida pela Frente Paralamentar em Defesa do Hospital Psiquiatrico São Pedro Foto : Mauro Schaefer

A Frente Parlamentar em Defesa do Hospital Psiquiátrico São Pedro promoveu nesta quinta-feira uma audiência pública para pleitear a continuidade dos serviços de saúde mental oferecidos pela casa de saúde. O encontro, que contou com a participação do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) e do Sindicato dos Servidores de Nível Superior do Governo Estadual do RS (Sintergs), serviu para debater medidas relacionadas com a possível terceirização da instituição.

Um dos objetivos do encontrou foi ouvir servidores e funcionários que atuam no Hospital Psiquiátrico São Pedro, além fomentar a defesa da assistência em saúde mental à população gaúcha. O diretor do Simers e coordenador do Núcleo de Psiquiatria do Sindicato, Ricardo Nogueira, destacou a relevância do hospital para a saúde gaúcha. Atualmente, apenas no ambulatório, são 1,5 mil pacientes atendidos por mês.

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Nogueira destacou que a entidade seguirá negociando com a Secretaria Estadual de Saúde (SES) sobre a proposta de terceirização da instituição, buscando o fortalecimento do Hospital São Pedro e a melhoria na assistência à população. O hospital é referência para todos os municípios gaúchos, principalmente em casos de alta complexidade.

“A saúde mental está pedindo socorro e um dos lugares que presta socorro é o hospital São Pedro. Por isso estamos aqui defendendo a manutenção dos serviços e a continuidade do hospital. Esse aqui é um complexo hospitalar e temos que entendê-lo como algo necessário para a saúde do RS. Não podemos deixar o São Pedro fechado. Temos é que fortalecê-lo”, contou Nogueira.