Saúde

Passeio ciclístico em Porto Alegre conscientiza para importância da doação de órgãos

11º Pedalando Pela Vida, promovida promovido pela ViaVida Pró-Doações e Transplantes, ocorreu neste domingo, no Parque da Redenção

A ViaVida Pró-Doações e Transplantes realiza a 11ª edição do Pedalando Pela Vida, um passeio ciclístico em prol da divulgação da causa da doação e do transplantes de órgãos
A ViaVida Pró-Doações e Transplantes realiza a 11ª edição do Pedalando Pela Vida, um passeio ciclístico em prol da divulgação da causa da doação e do transplantes de órgãos Foto : Camila Cunha

O Parque da Redenção, em Porto Alegre, foi palco, na manhã deste domingo, da 11ª edição do passeio ciclístico Pedalando Pela Vida, promovido pela ViaVida Pró-Doações e Transplantes. Cerca de 250 participantes aproveitaram o sol e o tempo firme e participaram da ação, iniciada e concluída junto ao Monumento ao Expedicionário. Serviços de saúde, como testes para detecção de hepatites, também foram realizados com apoio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

O objetivo é buscar ampliar a conscientização, já que o Rio Grande do Sul, que já foi líder em transplantes, hoje está em sexto lugar, segundo a vice-presidente administrativa da ViaVida, Clarisa Garcez. “A sociedade tem que se colocar como doadora, e trabalhamos muito para que isto ocorra. Há necessidade que a família seja avisada para que a doação aconteça. Eventos como a pandemia e as enchentes fizeram com que houvesse esta diminuição na procura, mas Porto Alegre ainda é um importante centro de referência na área de transplantes. Existem alguns, como os pediátricos, que somente são feitos aqui”, disse ela.

Recentemente, a ViaVida celebrou a inauguração da nova sede da Pousada Solidariedade, na avenida Taquara, número 579, no bairro Petrópolis, onde também funciona a sede administrativa da própria entidade. No entanto, a principal função do espaço é servir de local de acolhida para pacientes pré e pós-transplantes do Brasil todo que não têm condições financeiras de se manterem na Capital. “Esse trabalho também é muito importante, porque nos possibilita salvar vidas”, pontuou Clarisa.