Sobe para quatro o número de mortes por leptospirose no RS

Sobe para quatro o número de mortes por leptospirose no RS

Óbitos divulgados nesta quinta-feira são dois homens, moradores de Cachoeirinha e Porto Alegre

Correio do Povo

Episódios como alagamentos aumentam a chance de infecção por leptospirose

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Mais dois óbitos por leptospirose foram confirmados pela Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul (SES), nesta quinta-feira, aumento para quatro o total de óbitos no Estado. As vítimas mais recentes são dois homens, de 56 e 50 anos, moradores de Cachoeirinha e Porto Alegre, respectivamente.

O óbito do residente de Cachoeirinha ocorreu em 19 de maio, enquanto a morte do morador da Capital ocorreu em 18 de maio. Os outros dois óbitos registados no Estado relacionados a este período de enchentes aconteceram em residentes de Venâncio Aires e Travesseiro.

A leptospirose é uma doença infecciosa febril aguda e transmitida a partir da exposição direta ou indireta à urina de animais (principalmente ratos) infectados, que pode vir a estar presente na água ou lama em locais com enchente. Mesmo que a leptospirose seja uma doença endêmica, com circulação sistemática, episódios como alagamentos aumentam a chance de infecção.

A SES alerta para que a população procure um serviço de saúde logo nos primeiros sintomas: febre, dor de cabeça, fraqueza, dores no corpo (em especial, na panturrilha) e calafrios.

O contágio pode ocorrer a partir do contato da pele com água contaminada, além de também por meio de mucosas. Os sintomas surgem normalmente de cinco a 14 dias após a contaminação, podendo chegar a 30 dias.


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