"As sequelas do terremoto do Japão podem causar transtornos logísticos e escassez da oferta de iPad 2, porque (o dispositivo) emprega vários componentes produzidos no país afetado pelo desastre ecológico", avaliou a consultoria IHS iSuppli.
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A IHS desmontou o iPad 2 para uma análise e descobriu que os componentes incluem uma bateria da Apple Japão, uma bússola eletrônica da AKM Semicondutor, uma memória flash NAND da Toshiba, memória dinâmica DRAM de acesso aleatório fabricada pela Elpida Memory e uma tela sensível ao toque que "provavelmente" é da Asahi Glass. Todas as empresas sediadas em território japonês.
A empresa informou que, apesar de alguns desses fornecedores não terem sofrido danos, provavelmente enfrentarão dificuldades logísticas e problemas para obter matérias-primas. A IHS iSuppli indicou, contudo, que alguns dos componentes podem ser obtidos em outros países: a memória flash NAND, por exemplo, está disponível através da companhia sul-coreana Samsung e na Micron Technology, dos Estados Unidos.