A 32ª edição do Grito dos Excluídos, na manhã desta segunda-feira, no Centro Histórico de Porto Alegre, reuniu centenas de representantes de movimentos sociais reivindicando, de acordo com os organizadores, moradia digna, além de chamar a atenção para a crise climática e o combate às desigualdades e violências estruturais. Em marcha, eles saíram da sede do Instituto Federal do RS (IFRS), na rua Coronel Vicente, seguindo por ruas próximas.
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Visando as eleições deste ano, os organizadores apresentaram ainda o “Manifesto por um Rio Grande decente”, documento lançado recentemente na Assembleia Legislativa pedindo aos candidatos majoritários a defesa das mulheres, o reconhecimento de territórios e a valorização da agricultura familiar, entre outros temas.
“Associamos neste ano o tema da moradia com o das mudanças climáticas, e este é um de nossos principais gritos, além dos feminicídios. Não podemos tolerar mais de 50 mortes de mulheres notificadas somente neste ano no Rio Grande do Sul”, disse uma das organizadoras, Roseli Dias.