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Escadarias do Viaduto Otávio Rocha são liberadas

Previsão da prefeitura de Porto Alegre é que a obra seja finalizada até o final de março

Escadarias do passeio Primavera do Viaduto Otávio Rocha, lado direito de quem vai em direção ao Centro Histórico, foram abertas ao público
Escadarias do passeio Primavera do Viaduto Otávio Rocha, lado direito de quem vai em direção ao Centro Histórico, foram abertas ao público Foto : Pedro Piegas / PMPA / CP

Nesta sexta-feira, as escadarias do passeio Primavera do Viaduto Otávio Rocha, lado direito de quem vai em direção ao Centro Histórico de Porto Alegre, foram liberadas ao público. A obra de recuperação estrutural e de revitalização do espaço, com 9.500 metros quadrados, está concluída.

Conforme a Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura (Smoi), restam pequenos reparos no revestimento em cirex (um tipo de argamassa decorativa), arremates de pintura, limpeza geral dos espaços e desmobilização da obra.

“A restauração do Viaduto Otávio Rocha faz parte de uma série de iniciativas da prefeitura que visam requalificar o Centro Histórico de Porto Alegre. Realizamos um trabalho árduo e complexo nessa que é uma das principais construções históricas da cidade”, destaca o secretário André Flores.

À noite, o Viaduto é iluminado com 342 lâmpadas em LED, instaladas em todo o piso da avenida Borges de Medeiros e nos arcos do Viaduto. A substituição das lâmpadas convencionais por modelos em LED vai gerar 50% de economia na conta de luz.

Obra deve ser entregue até o final de março

Começada em novembro de 2022, as obras estão chegando ao seu final, após atrasos, cinco aditivos contratuais e R$ 6 milhões, ou 44,2% de custo, a mais do que o originalmente previsto, de R$ 13,7 milhões para R$ 19,7 milhões. Prevista para ser finalizada em maio de 2024, justamente o mês das históricas enchentes na Capital, a obra deve ser entregue no final de março, segundo o Executivo municipal.

História

A construção do Viaduto Otávio Rocha iniciou em meados de 1928 - ele foi entregue à população em 1932. A elevada recebeu apenas duas intervenções de recuperação ao longo dos anos: em 1998 e 2010. Em 1988, o local foi protegido legalmente pelo tombamento municipal.

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