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Município de Guaíba celebra com festa o plantio, o cultivo, a produção e o consumo do azeite de oliva

Evento, que se inicia nesta quinta-feira, conta com mais de 40 expositores locais e se apresenta como uma oportunidade para alavancar o agronegócio e o turismo neste período de retomada

A 3ª edição da Olifeira, que celebra com festa a produção de azeite de oliva fomentando o setor do agronegócio e turismo na cidade de Guaíba, começa nesta quinta-feira e segue até o dia 20 de outubro, no Largo José Cláudio Machado, na área central. O evento tem como objetivo de promover o desenvolvimento econômico e fortalecer o cultivo, produção e consumo do azeite de oliva e seus derivados, oferecendo uma programação diversificada. A feira ganha ainda mais destaque neste momento de retomada da economia após os estragos e danos em decorrência dos eventos climáticos que afetaram a cidade em maio.

O prefeito de Guaíba, Marcelo Maranata, conta que a feira surgiu da ideia de apostar e empreender em um produto promissor da cidade, alavancando negócios. “Foi então que identificamos que o azeite de oliva e os olivais aqui da região estavam crescendo. Temos duas grandes fazendas em Guaíba. A Olifeira é um grande fomento do turismo para desenvolver não apenas nossa cidade, mas toda a Região Metropolitana. Carregamos o título de Portal do Vale das Oliveiras. O azeite de oliva tem grande potencial.”

Durante nos quatro dias de feira, os visitantes poderão percorrer corredores, sentir o aroma e degustar as mais variadas derivações da oliva e conhecer mais sobre a produção dos produtos. Serão mais de 40 expositores reunidos e que buscam incentivar plantio, cultivo e consumo do produto 100% extra virgem. A feira é realizada pela Associação Brasileira de Consumidores de Azeites de Oliva e Derivados (Abrazeite) em parceria com a prefeitura de Guaíba.

Além disso, o público se encontrará imerso em um local onde acontecerão concursos gastronômicos, painéis de discussão sobre inovação tecnológica, sustentabilidade e novas práticas de cultivo, expositores de indústrias, comércio e serviços, mais de 20 atrações artísticas e shows, feira de artesanato, atrações esportivas e culturais, espaços de lazer e praça de alimentação

“É uma atividade que movimenta a economia, desde o pequeno agricultor ao grande produtor. É um momento de acesso à tecnologia, do envolvimento das escolas e também dos nossos espaços públicos. Movimenta a geração de renda e impulsiona produtos e serviços ligados à popular solidária, ao artesanato, colono e dos comerciantes locais, como hotéis e restaurantes. É uma atividade que fortalece o agronegócio e o turismo”, conclui Maranata.