Porto Alegre enfrenta a preocupação com o crescente número de casas de síndrome respiratória aguda grave (SRAG). Até 13 de julho, a vigilância epidemiológica da cidade recebeu 1.379 notificações de casos entre moradores da capital.
Os vírus mais prevalentes incluem o sincicial respiratório, afetando principalmente crianças menores de 4 anos, e a Influenza A H3N2, que atinge principalmente idosos.
Dentre os 1.379 casos notificados, 208 estão em investigação. Dos 1.171 casos com análise finalizada, 889 já estão curados, enquanto 89 evoluíram para óbito, incluindo 39 mortes atribuídas à Covid-19.
Os dados foram divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde no boletim de vigilância de vírus respiratórios nesta sexta-feira. O boletim detalha os casos de síndrome gripal e SRAG, d
A letalidade por Covid-19 permanece a mais alta, atingindo 26% dos casos, seguida pelas SRAG causadas por Influenza. Os dados apresentados são acumulativos desde 31 de dezembro de 2023 até 13 de julho.
Até a noite de sexta-feira, situação das emergências adultas supera em 207,79% a capacidade total em Porto Alegre. O maior percentual de ocupação entre os hospitais é o do São Lucas, que chega a 260%. Considerando também as unidades de pronto atendimento (UPAs), a situação mais crítica é a do Pronto Atendimento Bom Jesus (PABJ), que chega a 400%.