Em agosto, o casal Welson e Nathália de Oliveira encontrou na rede social do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) o aviso de inscrições abertas para mais uma edição do projeto Casamento Coletivo. De imediato os dois perceberam que seria a chance de firmarem a união civil.
Welson tem 32 anos e Nathália, 29. Há um ano e meio juntos, a oficialização era considerada um sonho, agora realizado. “Quando vimos no Instagram, pensamos que era a oportunidade certa pra casar, foi perfeito, no momento certo”, contou o esposo. “Graças a Deus a gente conseguiu essa oportunidade realizar este sonho. Estamos aqui felizes”, festejou a recém-casada.
Ao todo, 19 casais participaram, na tarde desta quarta-feira, da 24ª edição da iniciativa, promovida pelo Memorial do Judiciário do RS em parceria com a Corregedoria-Geral da Justiça do RS e o Registro Civil das Pessoas Naturais da 1ª Zona da Capital gaúcha. E o palco de alegria acesso a este importante direito social foi a tradicional Galeria dos Casamentos, no mezanino do Palácio da Justiça, no Centro Histórico de Porto Alegre.
Em nome dos magistrados gaúchos, o juiz-corregedor Bruno Massing de Oliveira, falou aos casais e padrinhos presentes na cerimônia. “O momento é muito importante para os senhores e para esta instituição. Aqui, neste palácio, são realizados casamentos desde a década de 1960. É um ritual, e é mais que isso, o casamento é uma instituição extremamente importante porque solidifica o que os senhores já têm e traz ainda mais responsabilidades”, destacou.
Promovido desde 2010 e gratuito, o projeto é voltado a casais residentes na capital gaúcha e que não possuem condições de arcar com as despesas do casamento civil. Por meio de parcerias com a Corregedoria-Geral da Justiça do RS e o Registro Civil das Pessoas Naturais da 1ª Zona da de Porto Alegre, 459 uniões já foram concretizadas.