Os desafios para a recuperação e a preservação patrimônio cultural arquitetônico do Rio Grande do Estado após as enchentes de maio foram tema de encontro na noite desta quarta-feira em Porto Alegre. Promovido pelo Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento do Rio Grande do Sul (IABRS), o bate-papo reuniu lideranças e especialistas na área.
Foram debatidas ações para mitigar perdas e buscar alternativas para proteger as cidades diante das ameaças futuras. Batizado de “O Patrimônio Cultural e as Enchentes do Rio Grande do Sul”, a noite também levou para pauta a reflexão sobre a importância do patrimônio gaúcho.
“Este encontro é parte de um ciclo de palestras, o primeiro foi sobre patrimônio cultural e planejamento urbano, hoje sobre patrimônio cultural e as enchentes, trazendo representantes dos órgãos públicos, e no último encontro, no dia 4 de setembro, é sobre atuação profissional nestas circunstâncias. Nosso intuito é reunir representantes de diferentes instâncias, de órgãos da defesa do patrimônio e autarquias dentro da escala municipal, estadual e federal e também da Comissão de Patrimônio do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio Grande do Sul para entender e trazer ao público quais ações planejadas e o que já foi feito em relação aos impactos da enchente no patrimônio cultural no Estado”, definiu o diretor cultural adjunto do IABRS, João Felipe Wallig.
Participaram representantes do Patrimônio Histórico e Cultural (Epahc), da Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Rio Grande do Sul, da Comissão de Patrimônio do IAB Nacional, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (Iphae) e da Câmara de Patrimônio Cultural do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU).