Foi liberado, às 8h20 deste sábado, o novo acesso ao Viaduto da Conceição no sentido Centro-bairro para ônibus e demais veículos que trafegam a partir da avenida Júlio de Castilhos em direção à avenida Osvaldo Aranha e à rua Sarmento Leite. Com a liberação, após construção da rampa de acesso pelas equipes das secretarias municipais de Obras e Infraestrutura (Smoi) e de Serviços Urbanos (SMSUrb), os ônibus e demais veículos oriundos da avenida Júlio de Castilhos podem voltar a acessar o túnel para chegar à avenida Osvaldo Aranha e à rua Sarmento Leite, em direção ao bairro. Antes disso, o trajeto estava restrito desde a enchente.
A EPTC reforça que, com a permanência do corredor humanitário, o acesso à avenida Farrapos se dará pela avenida Mauá, à esquerda na rua Carlos Chagas, seguindo pela avenida Júlio de Castilhos e rua da Conceição. A partir daí, o condutor pode seguir para Voluntários da Pátria ou Farrapos.
O diretor de Operações da EPTC, Carlos Pires, destacou que a medida deixou mais ágil o trajeto dos ônibus que seguem em direção à Zona Leste - e que em função do corredor humanitário estavam desviando pela João Goulart . O roteiro indicado é pela Júlio de Castilhos, rua da Conceição, no sentido Centro-bairro, até a Voluntários da Pátria embaixo do viaduto, retornando pela rua da Conceição, sentido bairro-Centro, até o acesso à alça do corredor humanitário para ingressar no Túnel da Conceição, no sentido Centro-bairro, e continuar o itinerário normal da linha.
“Antes, os ônibus que acessavam a Oswaldo Aranha, por exemplo, precisavam fazer o trajeto pela Orla do Guaíba. Agora, podem ir direto para a avenida. Isso proporciona um serviço mais qualificado, porque não é mais preciso fazer uma volta grande e desnecessária”, disse o diretor de operações da EPTC.
Até que seja implantada a sinalização definitiva, os agentes da EPTC estarão no local para orientar os motoristas. Outro motivo da presença dos servidores é auxiliar a travessia de pedestres no local.
““A travessia de pedestres é para ser feita por baixo do viaduto ou na esquina da avenida Júlio de Castilhos, onde há uma sinaleira. No entanto, infelizmente há pessoas que insistem em atravessar em trechos inadequados. Por isso nós precisamos ficar atentos”, explicou Carlos Pires.