Pelotas, no Sul do Estado, deve ganhar no ano que vem uma usina de energia solar. O empreendimento projeta abastecer 2,5 mil casas e evitar a emissão de pouco mais de 1,7 mil toneladas de CO2 por ano na região, o que equivale ao sequestro de carbono promovido por mais de 86 mil árvores. A iniciativa é da Ludfor, que é considerada referência em soluções de energia renovável há três décadas e da Gebras, que é especializada em engenharia e projetos energéticos. As duas empresas formalizaram uma sociedade para implantação da usina fotovoltaica.
A iniciativa será conectada à rede da CEEE Equatorial e contará com 3,15 megawatts pico (MWp) de potência instalada e capacidade anual de geração superior a 4,3 milhões de KWh (energia suficiente para abastecer aproximadamente 2,5 mil casas por ano). Além disso, há um impacto direto no fornecimento de energia limpa com o empreendimento.
A iniciativa foi firmada em 2024. Para o diretor executivo da Ludfor Energia, Douglas Ludwig, o projeto traduz uma visão de futuro e a força das parcerias estratégicas. "Seguimos acelerando a expansão da matriz renovável no país, entregando benefícios concretos para as comunidades, para o setor elétrico e para o meio ambiente", destaca.
O projeto foi aprovado em março e tem um investimento de aproximadamente R$ 9 milhões. A projeção é que durante a obra, que começou em julho, sejam gerados até 50 empregos diretos. A usina solar de Pelotas, que será instalada na Estrada da Gama, representa o fortalecimento da atuação conjunta entre Ludfor e GEBRAS e consolida a estratégia das empresas de diversificação do portfólio em projetos de energia limpa, impulsionando o desenvolvimento regional e contribuindo no setor elétrico nacional. A projeção é que a nova usina entre em operação em março de 2026.