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Alto funcionário dos EUA descarta riscos de transmissão ao vivo de execução

Secretário de Segurança Interna, Markwayne Mullin, diz que medida não oferece risco adicional à segurança do País

“Não vejo nenhum risco maior neste momento por causa desse assunto”, declara o secretário de Segurança Interna dos EUA, Markwayne Mullin
“Não vejo nenhum risco maior neste momento por causa desse assunto”, declara o secretário de Segurança Interna dos EUA, Markwayne Mullin Foto : Kevin Dietsch / Getty Images via AFP / CP

Um funcionário do alto escalão do governo de Donald Trump afirma neste domingo (11) que a transmissão ao vivo, que está prevista, da execução do autor de um massacre de militares americanos não representa um risco adicional à segurança do País.

“Não vejo nenhum risco maior neste momento por causa desse assunto”, declara o secretário de Segurança Interna dos Estados Unidos, Markwayne Mullin, à emissora CBS News, ao ser questionado sobre a possibilidade de a medida transformar o condenado em um mártir para sua causa.

“Acho que as pessoas precisam entender que, se atacarem os Estados Unidos, nós iremos atrás delas e garantiremos que a punição seja proporcional ao crime”, acrescenta.

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Nidal Hasan, de 56 anos e psiquiatra do Exército dos Estados Unidos, matou a tiros 13 pessoas e feriu mais de 30 em um ataque inspirado pela organização jihadista Al-Qaeda na base militar de Fort Hood, no Texas, em 2009.

Caso o plano seja confirmado, Hasan será a primeira pessoa executada por um pelotão de fuzilamento militar nos Estados Unidos desde 1945.

A proposta de transmitir publicamente a execução, prevista para 3 de dezembro, foi apresentada na quinta-feira pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth, e pelo Pentágono, provocando críticas dentro e fora dos Estados Unidos. A ONU denuncia a medida como "tortura".