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General que não integra o Comando Central dirige investigação sobre ataque a escola iraniana, diz Pentágono

Bombardeio que matou 165 pessoas, incluindo crianças, foi realizado pelos EUA, segundo o New York Times

Trump tentou culpar Teerã pelo ataque, mas recuou em seguida
Trump tentou culpar Teerã pelo ataque, mas recuou em seguida Foto : Atta Kenare / AFP / CP

Um general que não integra o comando central das Forças Armadas americanas (Centcom) foi encarregado de dirigir a investigação sobre o ataque que destruiu uma escola no Irã, informou nesta sexta-feira, 13, o chefe do Pentágono, Pete Hegseth.

"O Centcom designou um oficial para conduzir uma investigação interna", declarou o secretário de Defesa em entrevista coletiva, precisando que esse oficial era "de fora do Centcom". A investigação "levará o tempo que for necessário para examinar todos os aspectos deste incidente", afirmou Hegseth.

O presidente americano, Donald Trump, tentou inicialmente culpar Teerã, embora depois tenha recuado parcialmente, enquanto Israel negou qualquer vínculo com o ataque.

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Segundo as autoridades iranianas, a explosão em Minab, no sul do país, ocorreu no primeiro dia da guerra, em 28 de fevereiro, e deixou ao menos 165 mortos, incluindo crianças.

O jornal New York Times informou esta semana que, segundo investigações preliminares, os Estados Unidos foram responsáveis pelo ataque devido a um erro na definição das coordenadas, que foram fixadas com dados desatualizados. O periódico indicou que o Exército americano mirava uma base iraniana adjacente ao prédio da escola.