Uma grande quantidade de maconha foi apreendida na manhã desta quinta-feira durante ação da Polícia Civil em um sítio localizado na área rural da localidade Morungava, em Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre, próximo ao limite com Novo Hamburgo.
A ofensiva foi realizada por agentes da 2ª Delegacia de Investigações do Narcotráfico (2ª DIN/Denarc), no âmbito da Operação Narke, mobilização nacional coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) para combate ao tráfico de drogas e organizações criminosas.
A investigação teve início após denúncia indicando que o local estaria sendo utilizado como depósito de entorpecentes. Durante as diligências, os policiais encontraram centenas de tijolos de maconha escondidos em diferentes pontos da propriedade.
Parte da droga estava enterrada em tonéis e outros compartimentos, além de porções armazenadas em galpões. Não havia ninguém no sítio no momento da chegada dos agentes.
Conforme a Polícia Civil, o material seria posteriormente fracionado e distribuído para abastecer o tráfico na região. A estimativa inicial é de que a droga, ainda em estado “puro”, esteja avaliada em cerca de R$ 350 mil. Após o fracionamento e mistura com outras substâncias, o valor poderia triplicar no mercado ilegal.
Uma grande quantidade de maconha foi apreendida na manhã desta quinta-feira durante ação da Polícia Civil em um sítio localizado na área rural da localidade Morungava, em Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre, próximo ao limite com Novo Hamburgo.
— Correio do Povo (@correio_dopovo) June 18, 2026
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O delegado Wesley Lopes, que coordenou a ação, destacou o impacto da apreensão para o crime organizado. “A gente hoje deu um prejuízo ao crime organizado com a apreensão de grande quantidade de maconha que provavelmente seria destinada para o tráfico da região, em que traria um lucro muito grande para essa facção”, afirmou.
Segundo ele, as investigações seguem para identificar os responsáveis pelo armazenamento da droga. “Os próximos passos agora são continuar as diligências investigativas para a identificação dos demais autores. A gente não efetuou prisão no momento da apreensão, mas já está com uma linha investigativa para tal”, completou.