Polícia

Motorista suspeito de abordar menina de 7 anos é identificado pela Polícia Civil em Canoas

Veículo, celular e câmera veicular foram apreendidos durante cumprimento de mandado de busca na casa do homem

Veículo do suspeito foi apreendido pela Polícia Civil
Veículo do suspeito foi apreendido pela Polícia Civil Foto : Polícia Civil / CP

A Polícia Civil identificou o motorista suspeito de abordar uma menina de 7 anos no bairro Rio Branco, em Canoas, na Região Metropolitana. Na tarde de segunda-feira, agentes da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) cumpriram mandado de busca e apreensão na residência do investigado, de 26 anos.

Durante a ação, os policiais localizaram e apreenderam o veículo que teria sido utilizado na abordagem, além de um telefone celular e uma câmera de monitoramento veicular. Os equipamentos serão submetidos à perícia para extração e análise de dados que possam auxiliar no esclarecimento da ocorrência.

O caso aconteceu no dia 6 de julho. Conforme a investigação, a criança voltava sozinha da padaria para a casa da avó quando um motorista parou ao seu lado e teria dito: "Entra no carro do tio". Assustada, a menina correu para casa e contou o ocorrido aos familiares.

Na época, imagens de câmeras de segurança registraram a passagem do automóvel e a abordagem. A identificação do suspeito foi possível após exame pericial realizado pelo Instituto-Geral de Perícias (IGP), que analisou as gravações de videomonitoramento.

Conforme o o delegado Maurício Barison, responsável pela investigação, o investigado ainda será ouvido formalmente pela Polícia Civil. "A Polícia Civil atua com rigor técnico na apuração de fatos que envolvam a segurança de crianças e adolescentes. Cada diligência é conduzida com o devido cuidado processual, respeitando o contraditório e o devido processo legal, sem prejuízo da celeridade que o caso exige", disse.

A investigação continua para esclarecer integralmente os fatos. O caso segue sendo apurado pela DPCA de Canoas. Em razão da idade da vítima, a identidade da criança é preservada, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

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