O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) denunciou o ex-marido, de 52 anos, da professora Gloria Werkhausen, de 43 anos, pelos crimes de feminicídio, ocultação ou destruição de cadáver e incêndio. O crime aconteceu no dia 12 de julho de 2026 em Constantina, no Norte do Estado.
O laudo da perícia confirmou que a causa da morte foi asfixia por esganadura. A investigação também concluiu que, após matar a ex-companheira, o suspeito ateou fogo no imóvel na tentativa de alterar a cena do crime e dificultar o trabalho das autoridades. O acusado está preso desde o dia 16 de julho.
A promotora Carolina Zimmer, responsável pelo caso, ressalta que o caso chocou a comunidade. “O município é pequeno e pacato e a vítima era uma professora bastante conhecida e benquista. O modo como o crime foi cometido também gerou comoção, considerando que, além do feminicídio, ocorreu a tentativa de destruição do cadáver e o incêndio”, afirma.
A promotora destaca ainda que o MPRS permanece à disposição dos familiares da vítima para acolhimento e acompanhamento durante a tramitação do processo. “O Ministério Público seguirá atuando para buscar a responsabilização do denunciado e o esclarecimento completo dos fatos”.