Polícia

Políticos gaúchos lamentam mais um feminicídio no Rio Grande do Sul em 2026

Ex-vereadora Roseli Albuquerque foi morta na madrugada deste sábado em Nova Prata

A atual coordenadora do PSD Mulher, Letícia Boll, prestou uma homenagem nas suas redes sociais falando da companheira de política Roseli Vanda Pires Albuquerque
A atual coordenadora do PSD Mulher, Letícia Boll, prestou uma homenagem nas suas redes sociais falando da companheira de política Roseli Vanda Pires Albuquerque Foto : Instagram de Roseli Vanda Pires Albuquerque / CP

Políticos dos mais diferentes aspectos políticos do Rio Grande do Sul usaram suas redes sociais para lamentar o 17º feminicídio registrado em 2026 no Estado. Na madrugada deste sábado, Roseli Vanda Pires Albuquerque foi assassinada em casa por Ari Albuquerque, ex-companheiro, também encontrado morto no local.

A página do Instagram do Partido Social Democrático no Rio Grande do Sul, onde ela militava, publicou uma mensagem de luto. "O PSD-RS manifesta seu mais profundo sentimento à família, amigos e colegas, e reforça de forma ainda mais veemente sua luta contra o feminicídio que, infelizmente, assola a sociedade brasileira em escala epidêmica".

A ex-presidente estadual e atual coordenadora do PSD Mulher, Letícia Boll, também postou na sua rede social um texto lamentando a morte da companheira de partido e com uma foto junto com Roseli.

A Delegada Nadine também expressou profunda tristeza pela morte da amiga de Nova Prata. "A Roseli era minha amiga, um mulherão que tinha uma linda caminhada, um mulherão aguerrido e que hoje pela manhã teve a vida interrompida por um crime motivado pelo machismo e pelo ciúme. Amiga, seguirei batalhando na política por dias melhores para nós mulheres!".

A deputada federal Maria do Rosário também gravou um vídeo falando sobre o 17º feminicídio do ano no Rio Grande do Sul. “Feminicídio não é fatalidade. É consequência da omissão, da falta de estrutura, da ausência de políticas efetivas que saiam do papel”, disse.

A vereadora do PSD, em Porto Alegre, Cláudia Araújo, também lamentou a morte da companheira de luta e prometeu seguir trabalhando para que este tipo de crime não se repita.

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