O senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse nesta sexta-feira, 3, que a "mulherada" manda em casa e no Brasil. A fala ocorreu durante o 3º Seminário Nacional de Comunicação do Partido Liberal (PL), segundo o jornal Folha de S.Paulo, e em meio à crise vivida com Michelle Bolsonaro, deflagrada após ex-primeira-dama acusar parlamentar de ter a maltratado e humilhado.
Flávio evitou fazer qualquer menção direta à crise com Michelle, mas fez questão de reforçar a imagem de continuidade com o pai, hoje preso.
"Era pra Jair Bolsonaro ser o presidente da República. Mas Deus quis que fosse dessa forma. Eu estou aqui, mais forte do que nunca, de cabeça erguida, mais preparado do que nunca, para disputar a Presidência do nosso Brasil", disse o senador.
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Flávio também fez promessas para a segurança pública caso seja eleito. Disse que pretende tratar as facções criminosas Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como grupos terroristas e defendeu a retirada de celulares de presos nos presídios.
O senador prometeu manter presos os agressores de mulheres, no que classificou como parte de um esforço para "defender as mulheres".
O evento desta sexta-feira reuniu cerca de 150 influenciadores digitais, lideranças do partido e estrategistas de comunicação para discutir estratégias digitais de campanha, incluindo uso de inteligência artificial.
Além de Flávio, discursaram no evento o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, e o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da pré-campanha presidencial. Após o atrito, Michelle diz que "não há briga" com Flávio Bolsonaro.
