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Boehringer Ingelheim divulga pesquisa na Expointer 2026 sobre desafios do pecuarista brasileiro

Laboratório inaugurou casa exclusiva no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio

Gerente de Marca da Boehringer Ingelheim, Roberto Valdrighi
Gerente de Marca da Boehringer Ingelheim, Roberto Valdrighi Foto : Fabiano do Amaral

Uma pesquisa feita pelo Instituto Datafolha a pedido da Boehringer Ingelheim, divulgada em meio à Expointer 2026, mostrou os principais desafios do pecuarista brasileiro, com destaque para a região Sul. O laboratório, inclusive, inaugurou neste ano sua casa exclusiva na feira no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, na região Metropolitana. Os sulistas, de acordo com o levantamento, são os líderes do país em monitoramento em saúde de seus rebanhos, com 46% das propriedades recebendo visitas veterinárias mensais, havendo também um desafio histórico de manejo com o carrapato.

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O parasita é apontado por 80% dos entrevistados do Sul como a maior preocupação, dez pontos acima da média nacional. Outro citado é o berne, citado por 22% dos produtores da região, cinco pontos superior ao restante do país. A média de produtores sulistas estimando perdas superiores a dez quilos por animal também é maior, com 51%, do que o restante do Brasil. “A importância de fazermos uma pesquisa desta forma, é em princípio ouvir o produtor em relação às principais dores que ele tem, para conseguirmos traduzir isso em solução”, disse o gerente de Marca da Boehringer Ingelheim, Roberto Valdrighi.

Outras conclusões do levantamento incluem, ainda no caso da região Sul, a perda de eficácia do produto como o fator que lidera isoladamente a decisão de trocar de marca, e também dois terços dos pecuaristas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná disseram que as soluções atuais ainda funcionam, mas já não têm o mesmo efeito duradouro de antigamente, sugerindo uma oportunidade de negócio.

Também estratégias preventivas como o rodízio de pastagens, testes de eficácia e o tratamento seletivo ainda registram baixa adesão na região em comparação com a média nacional. “Há, na verdade, um canal aberto para entendermos mais esse pecuarista, e ainda se o que estamos entregando vai fornecer melhor produtividade e melhor resultado para a família dele prosperar no campo”, salientou Valdrighi.

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