Durante uma reunião realizada no Salão Nobre da Prefeitura de Caxias do Sul, o prefeito Adiló Didomenico anunciou que a Fundação Universidade de Caxias do Sul (FUCS) assumirá a gestão das duas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Central e Zona Norte. A medida entra em vigor na próxima terça-feira.
O reitor da universidade, Asdrubal Falavigna, a diretora do Hospital Geral, Daniele Meneguzzi, o Chefe da Casa Civil, Roneide Dorneles, a presidente do Conselho Municipal de Saúde, Samanta Nascimento estavam entre os presentes na reunião. O prefeito disse que o orçamento proposto pela Fundação era R$ 67 mil mais barato do que estava sendo pago a Associação Mão Amiga, que estava a frente das unidades nos últimos 90 dias.
O novo contrato tem validade de cinco anos. A FUCS receberá R$ 6,8 milhões por mês para realizar o trabalho. Didomenico destaca que a universidade foi procurada há meses, devido aos problemas enfrentados na administração dos espaços e devido ao atendimento prestado na UPA Zona Norte entre os anos de 2020 e 2025. " Além da missão e do objetivo que tem a FUCS, não há quem questione a legitimidade e qualidade do serviço já prestado anteriormente na UPA Zona Norte", observou.
O reitor contou que era um sonho da UCS voltar a administrar as UPAs. "Não é trabalho, é uma alegria estar junto com todos os funcionários. O propósito que nos move, como sendo uma universidade comunitária, cuidar do bem mais importante das pessoas que é a vida, levando os professores e alunos e nada mais que um cenário como este capacitar os alunos no sistema único de saúde", destacou.
O reitor transmitiu o comunicado do presidente da Fundação, Ubiratã Rezler, que não pode estar presente. A FUCS aprovou, em seu conselho diretor, assumir a gestão das UPAs Zona Norte e Central. Esta operação será conduzida pela UCS e pelo Hospital Geral. A partir de agora, a nova gestora passa a fazer o levantamento das necessidades, bem como das equipes necessárias para seguir com os atendimentos. "Faremos uma transição cuidando das pessoas, tanto dos pacientes, quanto dos funcionários que lá estão, sem parar em nenhum momento os atendimentos", garantiu a diretora do Hospital Geral.