A semana que antecedeu o Gre-Nal 448 foi cercada de expectativas. Baixas em relação à produção técnica das duas equipes e alta em relação à pressão no dois clubes, principalmente nas figuras dos treinadores Mano Menezes e Roger Machado.
A derrota do Inter de virada no clássico dentro de casa para o Grêmio resultou na demissão do técnico colorado, algo previsível dadas as circunstâncias. O clássico, no entanto, como a maioria da história dos enfrentamentos ficará marcado por uma série de acontecimentos.
Nos tópicos abaixo está uma pequena retrospectiva de algumas falas dos personagens do jogo jogado dentro e fora das quatro linhas. O Gre-Nal 448 cumpriu o quesito do folclore que ele não acaba quando o juiz apita.
FALAS DE ANTES DO JOGO
Mano Menezes na festa de aniversário 122 anos do Grêmio:
"Temos um Gre-Nal pela frente. Mais um desses episódios em que a gente mostra o poquê o Grêmio tem esse codinome ou título de imortal".
Presidente Alberto Guerra no mesmo evento:
“ (Mano) Está 100% respaldado, independente de resultado. O Mano é o nosso técnico até o final do ano”.
Diretor esportivo D’Alessandro na entrevista de remobilização:
“Temos em mente que vamos ganhar o Gre-Nal e fazer um grande jogo. E que o Roger vai continuar. Essa é a nossa confiança. Vivemos o dia a dia com ele. Estamos convictos, sempre estivemos".
FALAS DE DURANTE O JOGO
Árbitro de vídeo Rodrigo D'Alonso Ferreira sobre o primeiro pênalti marcado:
"Espera que eu estou vendo o contato no joelho dele. É fino. Recomendo revisão para possível penal".
Marcelo de Lima Henrique, árbitro da partida:
"O jogador (Bernabei) está na passada. Antes do pé dele escorregar, tem um contato imprudente. Portanto, vou voltar com pênalti e sem cartão".
Felipão, coordenador técnico do Grêmio, na ida para o vestiário:
"Você é ladrão, me roubou. Enfiou a faca no Grêmio e girou".
FALAS DEPOIS DO JOGO
Alessandro Barcellos, presidente do Inter depois de comunicar a demissão de Roger:
"Restam ainda 15 rodadas do Campeonato Brasileiro, 45 pontos a serem disputados, e precisamos somar pontos(...). Olhando pra cima, para uma Libertadores, que realmente fica mais distante(...) a gente acredita que é possível."
Mano Menezes ao ironizar a arbitragem:
"Estava com medo quando estávamos saindo que o juiz desse mais um pênalti. Pedi para sair para o vestiário mais rápido para ele não dar mais um pênalti."
Alberto Guerra:
"O que a gente viu aqui hoje foi surreal. Até brinquei com o Mano que foi quase uma Batalha dos Aflitos de novo. Porque três pênaltis, do jeito que foi..."
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