No dia 29 de outubro, celebramos o Dia Mundial da Psoríase, um momento para refletirmos sobre os avanços e desafios no tratamento dessa doença crônica de pele que afeta cerca de 25 mil porto-alegrenses, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Como presidente da Frente Parlamentar da Psoríase e Outras Doenças Crônicas de Pele desde 2016, tenho me dedicado a promover políticas públicas que garantam o cuidado adequado para quem convive com essa condição.
Em 2017, criamos a Rede de Atenção às Pessoas com Psoríase através da Lei 12.247, um marco importante na época. Em 2018, apoiei a luta junto ao Ministério da Saúde para a inclusão de quatro medicamentos imunobiológicos no tratamento da psoríase pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec), uma conquista após dez anos de espera.
Hoje, Porto Alegre enfrenta desafios no diagnóstico precoce e no acesso às medicações, o que pode levar a manifestações mais graves da doença. Nosso próximo passo é aprovar o projeto de lei que institui a Política Municipal para Diagnóstico Precoce e Tratamento da Psoríase na rede de saúde pública. Essa nova legislação prevê a atualização dos médicos dos postos de saúde e a ampliação do acesso a tratamentos adequados.
A psoríase não tem cura, mas podemos e devemos garantir mais qualidade de vida para os portadores dessa doença.