Há obras que não nascem de um mandato nem de um governo específico. Elas nascem de uma visão de cidade. A duplicação da Estrada do Caminho do Meio é exatamente isso: um projeto pensado com responsabilidade, desenhado a muitas mãos e sustentado ao longo do tempo, mesmo diante das instabilidades políticas que fazem parte da vida pública.
Ainda em 2014, quando tive a primeira oportunidade de ser prefeito de Viamão, compreendemos que o Caminho do Meio já não era apenas uma estrada: era um eixo vital de desenvolvimento, mobilidade e segurança para milhares de pessoas que diariamente se deslocam entre Viamão, Alvorada, Porto Alegre e a Região Metropolitana. Desde então, essa pauta nunca saiu da mesa. Mudaram governos, contextos e cenários, mas a necessidade da obra permaneceu viva.
Por isso, a assinatura do contrato para a duplicação, em 2026, ao lado do governador Eduardo Leite, tem um significado que vai muito além do ato formal. O governador demonstrou, mais uma vez, compromisso com projetos estruturantes e com demandas que exigem planejamento, coragem política e continuidade administrativa. Essa obra não é improviso, é consequência de uma decisão de governo que olha para o futuro e respeita a história das cidades.
A duplicação do Caminho do Meio representa segurança para quem trafega, desenvolvimento para a região e qualidade de vida para a população. São 11,4 quilômetros que simbolizam mais do que asfalto e concreto: simbolizam respeito às pessoas que usam essa via todos os dias para trabalhar, estudar, produzir e viver.
Meu compromisso sempre foi, e seguirá sendo, com Viamão e com as pessoas que constroem essa cidade. Projetos de cidade precisam sobreviver às disputas políticas, porque pertencem à população. Ver esse projeto avançar e se concretizar reafirma minha convicção de que vale a pena persistir, dialogar e trabalhar com responsabilidade. Quando o foco são as pessoas, projetos deixam de ser promessa e se tornam realidade.