Do Leitor

A literatura e a paz; Campereadas.

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A literatura e a paz

O mundo sempre esteve em guerra. Ou guerras. Desde o princípio dos princípios. Relembremos Caim e Abel. Irmãos. Agora imagine os rivais por natureza, com antagonismos os mais variados. Interesses acima da paz. Recordemos há pouco quando o presidente de país anunciou: – Gostei do país de vocês. Ou me vendem ou eu o tomo pela força das armas?! Infelizmente, são poucos os que buscam o equilíbrio natural e respeitoso; muito mais incomum quando se busca a paz pela palavra que cultua a criação literária; a cultura, o livro, enfim. Pois é o caso do V Congresso das Academias de Letras do RS, a acontecer em Santo Ângelo, comemorando os 400 anos das Missões Jesuíticas, uma cultura imorredoura. A promoção é da Academia Santo-Angelense de Letras, presidida pela escritora Ana Cecília Kowalewski. Entre as muitas entidades culturais, está o Fórum Rio-Grandense das Academias de Letras, organizando uma caravana de ônibus, saindo de Porto Alegre para o evento que acontecerá nos dias 20 e 21, sexta e sábado, em novembro, incluindo visita às Ruínas de São Miguel, além de importantes palestras sobre a história missioneira.
Rossyr Berny, Porto Alegre, via e-mail

Campereadas

Prezado Paulo Mendes, tua coluna no Correio do Povo (CP, 21/6) me remeteu aos tempos que nós e o finado pai ouvíamos o Inter de 70 no rádio do Corcel I. Como na garagem dava interferência, meu pai tirava o carro e subíamos lá no campo do Riograndense (Bozano) e, bem lá no meio, instalávamos o Corcel e, como era um lugar alto e ermo, ouvíamos com o volume lacrado e fazendo linhas de passes no campinho como se fôssemos o Falcão, o meio-campista Paulo César Carpegiani ou o ponta-esquerda Lula.
Jarbas Coppeti, Ijuí, via e-mail