Do Leitor

‘A quem interessa um RS sem ferrovia?’

Cumprimentos ao Correio do Povo pela publicação do artigo “A quem interessa um RS sem ferrovia?”, do senhor Gabriel Souza, vice-governador, que chama a atenção para a importância das ferrovias para o desenvolvimento não só de nosso Estado como de todas as unidades federativas do Sul do país. Eu iria até mais longe, a infraestrutura ferroviária, com uma malha que integrasse todas as regiões do país, tanto para carga, quanto para passageiros, deveria ser uma das prioridades nacionais. Infelizmente, contudo, o que se verifica, segundo denunciado pelo nosso vice-governador, é descaso ou até ações prejudiciais à melhoria do setor. Ao contrário das nações desenvolvidas e em desenvolvimento, o Brasil, apesar de sua dimensão gigantesca, não só não tem uma malha ferroviária mínima como parte da que existia foi desativada. Mas o pior é que, apesar de os governos se sucederem, com décadas no comando do país, sequer planejamento e projetos existem para melhorar esta situação. Investir nas ferrovias que integrassem os principais centros populacionais, os de produção e até os de interesse turístico é urgente. Penso que, oferecidos à iniciativa de investidores sob a modalidade de concessão, certamente são atraentes e resolveriam graves problemas que hoje existem na circulação de pessoas, bens produzidos e os insumos necessários para o incremento de nossa combalida economia. Este debate já tarda para ser feito de modo claro e comprometido com a necessária seriedade de quem quer efetivamente o melhor para o nosso povo.
Guinther Spode, Porto Alegre, via e-mail

Cidades-esponja

Plenamente de acordo com o leitor Ramiro Santos (CP, 2/12). A natureza está cobrando o seu espaço. Chega de aterrar os locais por onde as águas escoam quando as chuvas são volumosas. Há necessidade de preservá-los. Não à especulação imobiliária.
Rosangela Sperb, Gravataí, via e-mail