Do Leitor

A Revolução Farroupilha e hoje, céu azul de volta, sem anistia e criadouro de moscas

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

A Revolução Farroupilha e hoje

Estamos vivendo semana muito importante, comemorações reverenciando e enaltecendo fatos protagonizados pelos nossos antepassados. Ao tempo, reafirmando que ideias mobilizam pessoas. Sabendo o que queriam, nossos irmãos enfrentaram com armas o forte Império. A despeito de todas as dificuldades plenamente conhecidas, longos 10 anos de lutas, de 1835 a 1845, relembremos, de forma brevíssima, a nossa Revolução Farroupilha. Sob a liderança do inesquecível Bento Gonçalves da Silva, buscou a descentralização tributária, impostos exacerbados comprometendo a nossa produção primária, hoje diríamos o nosso agronegócio, e falta de autonomia, sobretudo, a nossa então província, Hoje, amigos, diante da tragédia que maltratou o nosso Estado, sem armas, mas firmes no propósito de reconstrução, exigindo atendimento e apresentando demandas ao governo central, ideário que nos une, temos a convicção de que estamos no caminho certo. Teremos, ali adiante, com a nossa união e ações imprescindíveis, um Estado forte, pujante, orgulhando a todos. Como os Centros de Tradições Gaúchas realizando, em todos os municípios eventos comemorativos, estejamos pilchados ou não, montados em belo pingo ou não, mantenhamos os mesmos propósitos. Forte quebra-costela às prendas e peões do nosso Rio Grande.
Jorge Lisbôa Goelzer, Erechim, via e-mail

Céu azul de volta

Tomara que a MetSul acerte, como vem ocorrendo, e tenhamos de volta o céu azul nesta semana (CP, 14/9). Tivemos muitos dias cinzentos devido à fumaça dos incêndios no restante do país, com sofrimento para as pessoas sensíveis e com problemas respiratórios.
Marina T. Gonçalves, Porto Alegre, via e-mail

Sem anistia

Ensaia-se no Congresso a concessão de anistia aos que, em 8.1.2023, atentaram ativamente contra os poderes da República, causando prejuízos materiais e imateriais à nação, tamanha a insanidade e virulência com que foram praticados. Presos, julgados pelo STF e condenados pelos crimes de associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado, com base em provas irrefutáveis produzidas pelos réus e sentença transitada em julgado. Qualquer relativização à gravidade dos atos a que assistimos estarrecidos será o estímulo para a que voltem a praticá-los. Não há perdão para o que fizeram.
José Carlos Morsch, Porto Alegre, via e-mail

Criadouro de moscas

Em frente ao número 5009 da avenida Protásio Alves, tem um barranco que está repleto de restos de alimentos, roupas diversas, colchão e vários resíduos de copos de papel. Ocorre que recicladores abrem os sacos de lixo, pegam o que interessa e deixam aquela sujeira toda que virou um criadouro de moscas, baratas e ratos. Solicito ao DMLU uma limpeza no local.
Heraldo Quesada, Porto Alegre, via e-mail