Do Leitor

Abstenção, Rogério Mendelski, nova coluna, ‘silêncio dos bons’ e contas que não fecham

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Abstenção

Causou espanto nacional o alto índice de abstenção verificado nas recentes eleições municipais. São várias as causas que levam a isso, como, por exemplo, a forma arcaica e ultrapassada de se fazer política no Brasil, com promessas vãs ou inexequíveis. A falta de confiança do eleitor quanto à segurança das urnas eleitorais também contribui para a alta abstenção. O excessivo número de partidos políticos confunde o eleitor, pois ele nem sabe mais o que é ideologia partidária, tantas são as vertentes apresentadas. Aliás, nem os próprios políticos sabem mais o que é ideologia partidária, já que eles trocam de partidos a seu bel-prazer. Os expressivos e abusivos valores despejados em partidos políticos também desencanta o eleitor, que encontrou na abstenção uma forma de protesto. Enquanto os políticos, como um todo, não mudarem esse quadro, a abstenção será alta e eles continuarão a se lamentar pela falta de apoio do eleitor.
Nolfeu Barbosa, Montenegro, via e-mail

Rogério Mendelski

Gostaria de cumprimentar o Correio do Povo pela coluna do senhor Rogério Mendelski, saudando o brilhante jornalista. Aproveito para cumprimentá-lo pelos temas abordados e o posicionamento a respeito.
Guinther Spode, Porto Alegre, via e-mail

Nova coluna

Amigo Rogério, parabéns pela nova coluna! O jornalismo está “no teu sangue e alma”. Desejo sucesso e seguiremos te acompanhando. Abraço forte!
João Altmayer Gonçalves, Porto Alegre, via e-mail

‘Silêncio dos bons’

Dólar chegando perto do recorde histórico dos seis reais, queimadas destruindo os biomas, falta de vacinas, 30% de abstenção nas eleições municipais, déficit da União beirando os R$ 70 bilhões, mais mortes nas avenidas e estradas de trânsito caótico e criminosos determinando a execução de crimes de dentro de presídios e promovendo chacinas, conflitos fatais entre facções e tiroteios. Serão estas as sete pragas do Brasil atual? Isso, sem citar o ensino público deficiente, a crise permanente na saúde pública, a permanência da corrupção e as mazelas do Judiciário. E, diante do silêncio ensurdecedor da nação deitada em berço esplêndido, é inevitável lembrar de Martin Luther King (1929-1968): ”O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons”.
Sérgio Becker, Porto Alegre, via e-mail

Contas que não fecham

O Ministério da Fazenda e o IBGE informam que a economia está muito bem, o desemprego está em queda, o PIB cresce, aumentam as oportunidades de emprego, a arrecadação de tributos é cada vez maior. Pergunto: como estatais que eram lucrativas em menos de dois anos passaram a dar prejuízo?
Jaime Pacheco Alves, Atlântida Sul, via e-mail