Acordos de paz
Prefiro buscar nas notícias internacionais possíveis acordos de paz que possam ser celebrados e não sobre guerras inevitáveis. Por isso, acredito ser de alta importância o próximo encontro de Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, em Washington, marcado para o fim de fevereiro. Na pauta de discussões deverão entrar as questões sobre a criação de um Conselho de Paz para solucionar o fim da guerra e a reconstrução do território de Gaza, além da situação da Venezuela, entre outros assuntos em torno deste tema (CP, 27/1). Durante a conversa de 50 minutos, o presidente brasileiro comentou sobre a importância de uma reforma abrangente da Organização das Nações Unidas, incluindo a ampliação dos membros permanentes do Conselho de Segurança. Devemos buscar sempre a paz e sermos contrários aos conflitos, sejam quais forem.
Paulo R. T. Sousa, Porto Alegre, via e-mail
Memórias destruídas
O editorial “A preservação necessária dos monumentos históricos na Capital” (CP 27/1) avisa-nos que o assunto é urgente, mas de difícil solução. A falta de atenção perpassa governos há décadas e também ocorre nos mais recentes. É preciso que a prefeitura, também vítima da ação de vândalos, faça algo. No texto são citados logradouros importantes e históricos como a praça da Alfândega e o parque da Redenção, ambos com marcas indeléveis de destruição. Os avisos têm sido divulgados e mostram que os vandalismos ocorrem há tempos contra personagens históricos, como Bento Gonçalves, Leonardo Truda e Caldas Júnior. Caso não haja reação, ficaremos sem história e memória coletiva brevemente. Como muitos outros assuntos, o problema também não será resolvido sem uma persistente educação e informações para os cidadãos terem em mente que a história nos ajuda a ter memória e a crescer.
Silvana de Souza, Porto Alegre, via e-mail