Ajuda para reconstruir
Ao anunciar R$ 1,7 bilhão para o Rio Grande do Sul, elevando para R$ 111 bilhões o total enviado para a reconstrução, após as enchentes de maio de 2024, o presidente Lula da Silva e ministros destacaram que o Estado tornou-se um exemplo de como o governo federal tem de trabalhar em casos de desastre – um dos maiores ocorridos na região Sul. Como o esperado, a maior parte do pacote, R$ 1,6 bilhão, está voltada para moradias com a Compra Assistida do Minha Casa, Minha Vida, com 8 mil unidades, além de R$ 726 milhões para erguer quase quatro mil casas em municípios atingidos. Esperamos que os repasses sejam transformados em novas moradias e para a recuperação, prevenção e mitigação de desastres nas áreas afetadas. O Rio Grande do Sul espera que esta ajuda faça o Estado retomar o caminho do desenvolvimento.
Armando G. Souza, Porto Alegre, via e-mail
Chuva de pedras
Estamos escapando das enchentes de 2023 e principalmente de 2024, mas a chuva de pedras em Erechim, no domingo, dia 23, mostrou que o clima, a natureza e o meio ambiente podem reagir com grande violência. O granizo com até 10 cm de diâmetro afetou mais de 8,7 mil pessoas e danificou 5 mil casas. Não podemos esquecer disso.
Marialva W. Schmidt, Porto Alegre, via e-mail
Fim dos papeleiros?
Os catadores, carrinheiros e os papeleiros estão com os seus dias de trabalho contados. São eles que tiram o seu sustento diário na coleta de papelão e resíduos recicláveis e o prazo para encerrar a atividade é 31 de dezembro (CP, 27/11). Segundo a prefeitura, o programa Recomeços proporcionará alternativas de trabalho. Tenho dúvidas: como eles irão sustentar suas famílias?
Elenara de Souza, Porto Alegre, via e-mail